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Patriicia
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Apresentação

Mensagem por Patriicia » 02/Mai/2020, 16:01

Olá!
Sou a Patrícia, tenho 35 anos e estou a pensar comprar um Honda Jazz. Conheci o espírito | Honda quando procurava informações/opiniões sobre o Jazz. Espero que não se importem que "espreite" as experiências/conhecimentos que já partilharam sobre ele. E, não querendo abusar, mas já abusando, se o que já partilharam não for suficiente para me esclarecer, espero que não se importem que vos peça uma ajuda. :obrigado:

Farfalho
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Re: Apresentação

Mensagem por Farfalho » 02/Mai/2020, 21:39

Bem-vinda, Patrícia

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Gustavo.Almeida
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Re: Apresentação

Mensagem por Gustavo.Almeida » 03/Mai/2020, 00:05

Bem-vinda Patrícia

Ainda há poucos dias trocámos aqui algumas ideias sobre os Jazzs de 1ª geração.... isto em tempos recentes, porque houve um jazz há algumas décadas atrás. Se for o modelo de 2002 a 2008, a conversa é esta: https://www.espiritohonda.com/foruns/4/ ... 00#p257761

Boa estadia :1:

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Jonnhy EJCW
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Re: Apresentação

Mensagem por Jonnhy EJCW » 03/Mai/2020, 23:54

E de onde nos escreves Patriicia?
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EJ & CW ... Honda! What else ?!

Patriicia
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Re: Apresentação

Mensagem por Patriicia » 04/Mai/2020, 22:11

Obrigada pelas boas vindas.

Gustavo,
obrigada pela dica, mas não é num Jazz de 1ª geração que estou a pensar, foi falha minha não ter sido mais especifica, peço desculpa, afinal existe mais do que um "tipo" de Jazz... Estou a pensar num Jazz de 3ª geração novo ( se não me engano é a geração que está a ser comercializada neste momento). Está é difícil encontrar quem tenha dado feedback sobre o carro, só ainda consegui encontrar dois ou três proprietários e com poucos km percorridos. Mas vou continuar à procura. Tinha a sensação que havia poucos exemplares a circular (acho que só ainda vi dois ou três), mas agora começo a achar que é mesmo verdade, mas não me parece muito normal porque esta geração está no mercado desde 2015, estava à espera que houvessem mais. Não é o carro mais vendido mas mesmo assim... (Só por curiosidade, alguém sabe quantas unidades foram vendidas cá e no mundo?) Será porque ele tem algum problema/falha, ou que seja um mau carro, nesta geração, (sem querer ofender) ou por outra coisa qualquer? Ou pode ser só impressão minha e até há muitos!
Vi que dentro de alguns meses vai começar a ser comercializado um novo Jazz, híbrido. Este vai ser a 4ª geração do Jazz? Se for, isso significa que a 3ª geração vai deixar vai deixar de ser vendida nova, certo?!

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Gustavo.Almeida
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Re: Apresentação

Mensagem por Gustavo.Almeida » 05/Mai/2020, 10:22

Já estive dentro dum da 3ª geração e gostei do interior.

Não querendo dizer que é mau, a ideia que tenho pelo que li é que este Jazz não é tão bom quanto os anteriores em termos de performance/consumo. O tal da 1ª geração que referimos era bem mexido para o género. O apertar das normas de emissões não tem ajudado neste aspecto, especialmente em motores que não têm turbo ou não são híbridos. O preço creio que também não é dos mais competitivos.

Em termos de versatilidade tenho ideia que continua a ser uma referência e presumo que a fiabilidade esteja em bom nível como é habitual na marca.

Quanto ao Jazz novo, é verdade, parece que terá apenas uma motorização híbrida. Se o que a imprensa diz está correcto, na Alemanha custará a partir de 22 mil euros e cá será ainda mais caro. Com estes preços diria que vão vender pouco, por mais mil ou dois mil euros já se chega a um Civic.

E, sim, ao chegar a 4ª geração, a possibilidade de comprar um da 3ª estará restrita aos já produzidos e que ainda existam em stock, podendo ser uma boa altura para beneficiar de descontos mais simpáticos.

Patriicia
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Re: Apresentação

Mensagem por Patriicia » 07/Mai/2020, 14:01

O não ser tão bom em termos de performance/consumo significa que para uma maior velocidade o consumo aumenta muuuito mais, é isso? Ou a performance não é muito boa e consome mais do que os anteriores? Pelo que estive a ver, este Jazz em relação aos anteriores tem mais cilindrada (1.3) e mais cavalos (102), por isso é normal que consuma mais? Ou uma coisa não implique a outra? A marca diz que tem um consumo combinado de 5,8, no entanto, li no DB do PJazz que conseguiu fazer médias de 4,75 (a andar nas calmas, mas não me parece mau). Se fizer menos do que o meu actual (corsa c 1.2 que faz médias de +/- 6.5) já acho bom mas, quanto menor for o consumo melhor.

Queria saber que problemas crónicos são conhecidos, principalmente a nível mecânico. Não quero que ele passe muito tempo na oficina!

A manutenção costuma ser muito mais cara, por ser Honda, ou isso é uma ideia errada? E a assistência da marca é recomendável ou, depois da venda o cliente que se desenrasque? Há facilidade e rapidez em encontrar peças ou temos que eeesperar que cheguem do outro lado do mundo? (É de esperar que por não ser dos modelos mais vendidos isso influencie no acesso às peças tornando-o mais difícil, demorado e obrigando a ser sempre da marca??)

O que esperar do motor? Ele é “equilibrado” em termos de cilindrada/cavalos (assim de uma forma muito geral)? Será que é para durar uma vida sem problemas?

Quero comprar um carro que dure uns bons anos, muitos km e que vá à oficina o menos possível. Será que este Jazz é carro para durar muito e com pouquíssimos problemas?

São muitas perguntas, eu sei, mas queria saber o que esperar do carro e da marca, não conheço ninguém que tenha um Honda (uma falha grave, suponho!).

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Gustavo.Almeida
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Re: Apresentação

Mensagem por Gustavo.Almeida » 08/Mai/2020, 09:14

Uma tendência do mercado automóvel nas últimas décadas era as emissões serem cada vez mais apertadas (que se mantém) e os carros serem cada vez mais pesados (em alguns casos as marcas estão a conseguir baixar os pesos face às gerações anteriores).

Houve casos de carros que em duas gerações seguidas partilhavam o mesmo motor e se notava que o mais recente respondia menos. Geralmente era por um ou dois motivos: o carro mais recente pesava mais e/ou o motor, para emitir menos, era mais castrado.

Uma forma recente de permitir melhor performance mantendo baixas emissões (pelo menos anunciadas) é recorrer a turbos.

O que eu referi, e que é dito pela imprensa, é que tem um certo sabor a desilusão o facto de o Jazz antigamente se distinguir como muito bom tanto em performance e economia de combustível e hoje nem por isso, sendo duma marca que, mais que uma marca de carros ou motos (ou outros produtos), é uma marca de motores.

Em relação à potência, esta é muito importante para autoestrada, especialmente para velocidades acima do limite legal. Isto porque só atinges os tais 102 cavalos às 5 ou 6 mil rotações e numa condução normal muito raramente lá chegarás.

Há um ditado que se lê por vezes na net: As pessoas compram cavalos mas conduzem binário.

O binário é o que te dá aquelas acelerações despachadas num carro com turbo. Não quero com isto desprezar a potência (cavalos), até porque ambos estão interligados. Mas numa condução normal e urbana acaba por ser mais importante as baixas e médias do que as altas rotações.

Se no Corsa C fazes 6,5 creio que no Jazz deves conseguir facilmente fazer menos 6, talvez até perto de 5. Um motor recente com condução calma faz consumos muito melhores que um carro com 20 anos nas mesmas circunstâncias.

Eu cheguei a fazer cerca de 4,1 ou 4,2 com um Jazz dos primeiros mas estava concentrado para ver quanto conseguia fazer e teve muita pouca cidade. Com isto quero dizer que os nossos consumos são muito relativos, seja pela forma como conduzimos, pela geografia da área onde andamos, pelo trânsito que apanhamos, clima, etc.. Posso dizer-te que por aqui a maior parte dos Accord i-CTDi gastam 6,5-7,5, no meu faço 5,6-5,7 porque ando pouco em cidade.

No que concerne aos problemas crónicos, não sei de nada sobre este modelo específico. O melhor será procurar online e em inglês. Este carro vendeu bem mais nos EUA e Japão, e até começou a ser vendido lá antes de chegar cá. Geralmente os Honda são bons neste aspecto.

A manutenção na Honda está longe de ser das mais caras mas também não é das mais baratas. E agrava um pouco por ser habitualmente feita em prazos/quilometragens mais curtas. Há casos em que a marca se chega à frente mesmo bem para lá da garantia, nomeadamente se for um problema crónico que afecta a maior parte das unidades (pelo menos há alguns anos era assim).

Peças... para alguns modelos pouco vendidos há coisas que podes nem sempre encontrar na concorrência. Na marca poderá haver atrasos se precisares de chaparias ou pára-choques, ou até pode haver em stock na Europa e demorar pouco.

O motor deve ser o "mesmo" da geração anterior com ligeiras alterações, isto é, não é algo totalmente novo. Isso significa que à partida não deve haver grandes surpresas na fiabilidade.

Ninguém te consegue dar esse tipo de garantia quando o carro é novo. Dou-te um exemplo. A Honda em 2003 lançou o primeiro motor diesel. O meu pai tem um desses, num Accord i-CTDi de 2004. Hoje está com quase 310 mil kms e deu poucos problemas que afectaram quase todas as unidades. Digo o mesmo do meu, de 2006, com 307 mil kms. Nenhum desses problemas foi dentro do motor, foi tudo à volta.

Em 2004 não se sabia bem como a coisa ia correr, era a primeira experiência da marca no diesel e tal; hoje sabemos que é um motor muito capaz porque temos um histórico de mais de 15 anos. Mas, à partida, bem usado e bem cuidado, deves ter aí motor para a vida toda do carro.

Patriicia
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Re: Apresentação

Mensagem por Patriicia » 14/Mai/2020, 03:33

De facto, pelo que tenho lido deu para perceber que este Jazz desilude um pouco em termos de performance (que antes não percebi o que queria dizer) principalmente em cidade e a baixas rotações. Quando estive a ver as especificações do carro vi que tinha: “Potência Máxima do Motor (CV@rpm) 102@6000”; Binário Máximo do Motor (Nm@rpm) 123@5000 na altura não percebi a associação com as rotações. Raramente olho para as rotações mas tenho ideia que em cidade costumo andar abaixo das 3000 ou 3500rpm (não tenho a certeza) e em AE entre as 4000 4500rpm (isto para dizer que muito dificilmente devo chegar às 5000 ou 6000rpm). Estive a ver as especificações do meu Corsa: Potência Máxima (kW) 55 (ou seja 75cv); 5600rpm, e Binário (Nm) 110; 4000rpm. Raramente senti que ele demorava a desenvolver, até acho que se porta muito bem e não me costuma deixar ficar mal (isto pode ser por só estar habituada a conduzir o meu e sinceramente não sou muito entendida nestas coisas mas é o que me parece). Acho que não vou notar muito esse pormenor da performance, mas também não quero que me deixe ficar mal, principalmente em ultrapassagem e nas subidas (não quero acabar as subidas com ele quase a “morrer”). E também parece que fora da cidade o Jazz é despachadinho e +/- 70% do meu percurso é feito fora da cidade (AE, IP, nacional) mas com algumas subidas puxadas. Não sei se é correcto estar a fazer esta comparação porque são carros e motores diferentes, mas eu estava à espera que o Jazz fosse um pouco mais despachado (andasse e puxa-se mais) do que o Corsa. Será que vai ser pior???

A ideia de pesquisar em inglês foi óptima, nunca me tinha lembrado disso, consegui encontrar algumas coisas nos EUA. Mas os carros que vão para os EUA são exactamente iguais aos que vêm para o mercado europeu? Eu achava que havia diferenças e que o mercado/normas europeias eram diferentes.
É possível saber o local, mas principalmente o ano de produção do carro?

Estou seriamente a considerar ir ver e experimentar um, apesar de ser uma péssima altura por causa da COVID-19, deve haver muitas restrições mas espero que dê para ver o carro com calma.

Tenho pena é de não ter uma opinião pessoal de quem conduza o carro diariamente, é completamente diferente da experiência de quem conduz o carro uma vez durante meia dúzia de km só para depois escrever um artigo sobre o carro.

Farfalho
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Re: Apresentação

Mensagem por Farfalho » 15/Mai/2020, 01:52

Como disse, carros para os E.U.A serão diferentes dos europeus. Em inglês terá vários sites e poderá usar os ingleses como referência.
Como indica determinada faixa de rotação é aconselhado ver o binário nessa rotação.

Faça test-drive e em situações semelhantes fazendo as reduções necessárias. Não esquecer que a caixa permite obter o melhor rendimento do motor conforme o escalonamento. O motor tem a sua rotação livre porém o débito de potência à roda depende da caixa e diferenciar (se existente).

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